A província de Shizuoka enfrenta um problema sério de procura por crianças residentes que estão sem comunicação.

Assistentes sociais do governo da província e da Prefeitura de Hamamatsu não conseguiram localizar 45 menores de 18 anos registrados na região. Desse total, 42 têm pelo menos um dos pais com nacionalidade estrangeira.

Os responsáveis pela assistência acreditam que muitos devem ter voltado ao país de origem.

Todos os governos locais são obrigados a emitirem um relatório ao Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar sobre a localização dos menores residentes.

Em um dos casos em que os pais são estrangeiros, envolve um menino de 2 anos de Atami. Quando ele completou um ano e meio de idade, o hospital no qual ele costumava ser atendido, detectou a ausência nos exames de saúde. Os avós explicaram aos assistendes que a criança está bem, mas como ainda não foi possível encontrá-lo pessoalmente, as visitas vão continuar. Em Kannami, uma menina de 3 anos está sem retorno ao hospital para os exames de saúde. Os assistentes conseguiram falar com a mãe da criança mas ainda precisam da confirmação de que a criança está bem ou que foi atendida no hospital.

Crianças sem contato (cujos pais são estrangeiros):

Atami: 2

Numazu: 3

Mishima: 1

Gotemba: 5

Shimizu: 2

Nagaizumi: 3

Fuji: 16

Kakegawa: 5

Hamamatsu: 5

Entre as nacionalidades dos pais, a maioria é brasileira ou filipina. Os assistentes sociais entrarão em contato com a Imigração para checar o registro de saída dos menores do Japão.

Um dos principais desafios no caso dos pais estrangeiros é o idioma. Segundo os assistentes, alguns podem não ter compreendido o aviso enviado pela Prefeitura de amparo às crianças.

 

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