Chances de sobrevivência diminuem após 72 horas mas a presença de gases venenosos dificulta o resgate. Foto: Sankei

Chances de sobrevivência diminuem após 72 horas. Foto: Sankei

O risco de uma nova erupção no Monte Ontake interrompeu os trabalhos de resgate das vítimas. Em três dias o número de mortos chegou a 12 pessoas enquanto outras 24 vítimas com parada cardíaca continuam no alto da montanha. Os feridos chegam a 69 pessoas.

Transcorridas mais de 72 horas após a erupção, as chances de sobrevivência das vítimas diminuem. A temperatura no alto da montanha chegou a 5 graus durante o dia e a mínima ficou abaixo de zero. A equipe formada por cerca de 800 pessoas da Polícia, Bombeiros e Exército luta contra o tempo para encontrar os desaparecidos e trasladar as vítimas, mas a presença de gases venenosos dificulta o resgate.

Segundo a Agência de Meteorologia a quantidade de gases chega a alcançar entre 300 a 700 toneladas por dia. Segundo geólogos consultados pelo jornal Mainichi, quando aumenta a quantidade de gases pode haver uma erupção com presença de magma.

Coluna de fumaça com resíduos vulcânicos pode ser vista de longe. As pedras de 10 centímetros chegam a alcançar velocidade de 720 km/h ao serem lançadas. Foto: Mainichi

Coluna de fumaça com resíduos vulcânicos pode ser vista de longe. As pedras de 10 centímetros chegam a alcançar velocidade de 720 km/h ao serem lançadas. Foto: Mainichi

Estudantes de Otaki (Nagano) vão de capacete e máscara para se protegerem da queda de pedras e gases. Foto: Mainichi

Estudantes de Otaki (Nagano) vão de capacete e máscara para se protegerem da queda de pedras e gases. Foto: Mainichi

SISMÓGRAFO QUEBRADO

Uma reportagem do Jornal Asahi informou que o sismógrafo no topo do Monte Ontake estava quebrado desde agosto. A Universidade de Nagoya (Aichi) estava providenciando um novo aparelho para o outono.

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