O Japão discute com a Jordânia um plano que envolve a troca de alguns reféns com o grupo Estado Islâmico para tentar salvar a vida do jornalista Kenji Goto.

O vice-ministro das Relações Exteriores, Yasuhide Nakayama, escoltado ao sair do hotel em Amã. Foto: Yomiuri

O vice-ministro das Relações Exteriores, Yasuhide Nakayama, escoltado ao sair do hotel em Amã. Foto: Yomiuri

A condição imposta pelo grupo radical para não matar o jornalista japonês seria a libertação de uma terrorista que armou atentados em hotéis da Jordânia, matando 50 pessoas.

O primeiro-ministro Shinzo Abe ordenou ao ministro das Relações Exteriores que todas as manobras de negociação sejam conduzidas o mais rápido possível, pois não se sabe o que o IE pode fazer.

O governo japonês continua sem saber sobre o estado de Kenji Goto, apenas os vídeos que foram divulgados pelo grupo radical, um dos quais mostra o jornalista anunciando a morte de outro refém, Haruna Yukawa.

O IE já tinha pedido anteriormente a libertação da terrorista Sajida Mubarak Atrous al-Rishawi em troca de um piloto da Jordânia capturado em dezembro de 2014. O Japão quer incluir Kenji – junto ao piloto jordano – na troca dos reféns.

O caso vem ganhando causando polêmica na Jordânia. A maior parte da população é contra a libertação da terrorista Sajida Mubarak Atrous al-Rishawi.

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