Monte Fuji se prepara para receber mais turistas estrangeiros. O desafio é reduzir os erros na descida

 

Cena do último dia de escalada no verão passado, no ponto númeroo 5 do Monte Fuji. Foto: Mainichi

Cena do último dia de escalada no verão passado, no ponto número 5 do Monte Fuji. Foto: Mainichi

Hoje, dia 23 de fevereiro os japoneses comemoram o Dia do Monte Fuji, localizado na divisa entre Shizuoka e Yamanashi. Aprovado como Patrimônio da Humanidade, a montanha de 3.776 metros tem recebido um número cada vez maior de visitantes estrangeiros.

 

Por ano, cerca de 300 mil pessoas escalam a montanha, e o percentual de estrangeiros tem crescido, acompanhando a alta no número de turistas e a desvalorização do iene.

 

Em relação aos estrangeiros, um dos principais desafios é facilitar as rotas para a descida da montanha. Com quatro rotas atualmente (Yoshida, Fujinomiya, Gotemba e Subashiri), não são poucos os estrangeiros que se confundem e acabam descendo para locais diferentes do ponto de partida.

 

O erro mais comum é subir pela rota Yoshida, de Yamanashi, e descer pela Subashiri, em Shizuoka. Para reencontrar os amigos ou retornar ao ponto de partida é preciso tomar um táxi, que chega a custar ¥ 30 mil (R$ 719).

 

As placas indicando as rotas são divididas por cores mas o fato é que os escaladores acabam se confundindo. A província de Yamanashi destacou guias para orientar os estrangeiros nas bifurcações.

 

Monte Fuji, visto às 8h57 do dia 16 da cidade de Fujiyoshida (Yamanashi). Foto: Mainichi

Monte Fuji, de 3.776 metros, fica na divisa entre Shizuoka e Yamanashi. Foto: Mainichi

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