Pesquisa consultou 3 mil japoneses e comprovou: os jovens quase nunca fazem sexo

 

 Linhas em rosa indicam o percentual das mulheres que "não têm interese" ou "não gostam" de sexo, enquanto as linhas em azul representam os homens. Fonte: Mainichi

Linhas em rosa indicam o percentual das mulheres que “não têm interesse” ou “não gostam” de sexo, enquanto as linhas em azul representam os homens. Fonte: Mainichi

Que os japoneses fazem cada vez menos sexo, já se sabe. Mas uma pesquisa recente mostrou que o comportamento não se limita aos casados, atingindo inclusive uma grande parcela de jovens.

 

Os dados fazem parte da sétima pesquisa anual sobre comportamento entre homens e mulheres, realizada pela Associação de Planejamento Familiar do Japão. Foram consultadas 3 mil pessoas entre 16 e 49 anos, em setembro do ano passado.

 

Confira alguns dados da pesquisa de 2014:

 

  • Idade média do primeira relação sexual entre homens: 29 anos
  • Idade média do primeira relação sexual entre mulheres: 28 anos
  • Homens jovens sem interesse por sexo: 18,3% (na faixa dos 16 aos 19 anos o percentual sobe para 34%)

 

Outro fator interessante da pesquisa é que os jovens não apenas “não tem interesse”. Eles “não gostam ou não querem”, segundo as respostas recolhidas.

 

“Aumentou o número de jovens que têm problemas para se comunicar”, citou o médico responsável pela pesquisa, Kunio Kitamura, entre os motivos para o distanciamento da relação sexual. Problemas de dinheiro e trabalho também estão entre os fatores.

 

ENTRE OS CASADOS O PROBLEMA É OUTRO

 

Já entre os casados, cerca de 44,6% responderam que não mantiveram contato sexual por mais de um mês, sendo incluídos na categoria chamada de “sexless”. A maioria dos homens respondeu que o motivo era o “cansaço devido ao trabalho” (21,3%) e perda de interesse depois do “nascimento dos filhos” (15,7%). Entre as mulheres o motivo alegado foi “preguiça” e “cansaço”.

 

Entre as formas de contracepção da gravidez, 86% das mulheres responderam que o método utilizado é o da camisinha. Apenas 5% disseram consumir as pílulas anticoncepcionais.

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