Muitas pessoas deixam de comer arroz por medo de engordar. Mas pesquisas recentes mostram que não é bem assim…

"Oniguiri": os bolinhos de arroz, com alga

“Oniguiri”: os bolinhos de arroz, com alga

O nível de carboidratos presentes no arroz é mais baixo do que muitas pessoas pensam. Veja o ranking divulgado pela empresa especializada em produtos e pesquisas para dieta, Sunny Health:

  • macarrão (seco): 72,2%
  • “mochi” (bolinho de arroz glutinado): 50,3%
  • pão: 46,7%
  • arroz: 37,1%

Além do mais, o arroz proporciona uma sensação maior de saciedade, porque os grãos levam mais tempo para serem digeridos pelo organismo.

Outra curiosidade é que o arroz frio é mais propício à dieta do que o arroz quente. O motivo está no amido “resistant starch”, que ajuda a diminuir a concentração de glicose no sangue e colesterol, além de melhorar o funcionamento do intestino.

Mas não basta comer “oniguiri” (bolinho de arroz) para emagrecer. Existem dois fatores importantes:

onigiri1. Dividir o “onigiri” em 3 a 4 porções

Para quem cozinha entre 2 a 3 porções (na panela automática de arroz), a sugestão é dividir o consumo ao longo do dia: 1 a 2 no café da manhã, 2 a 3 no almoço e 1 na janta. Não esqueça de complementar com salada e sopa.

2. Deixar os doces de lado

Se o objetivo é perder peso, evite o máximo que puder outros alimentos ricos em carboidratos, como macarrão, pão e doces. Troque os sucos e bebidas alcoólicas por água ou chá.

Lógico, nada melhor do que um bom exercício para manter a forma.

Você sabia?

Colocar óleo de coco no preparo do arroz diminui pela metade o nível de caloria. Segundo a reportagem da TIME, o segredo está no “tempo”. A quantidade de óleo deve ser equivalente a 3% da quantidade de arroz. Depois de pronto, deve-se esperar 12 horas até comer. Por quê? É para aumentar a eficácia do amido “resistant starch”.

Foto: matome.naver.jp

Foto: matome.naver.jp

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